Nylon 6.0

Devido às suas propriedades, o NYLON permite as mais variadas aplicações em peças e elementos de máquinas. Produzido a partir da Poliamida 6.

CARACTERÍSTICAS

  • Alta resistência mecânica;
  • Baixo peso específico;
  • Baixo custo;
  • Ponto de fusão elevado;
  • Boa resistência à fadiga;
  • Resistência ao impacto;
  • Resistência ao desgaste e à abrasão;
  • Alto lubrificante;
  • Isolamento termoelétrico;
  • Baixo coeficiente de atrito;
  • Grande absorção de vibrações.

FORMATOS

  • Chapas
  • Tarugos
  • Tubos
  • Peças usinadas

CORES

  • Natural
  • Preto

RECOMENDAÇÕES GERAIS

As ferramentas devem ser mantidas bem afiadas e deve-se empregar um eficiente sistema para a remoção de cavacos. Estes podem ser removidos com jatos de ar, óleo solúvel e/ou exaustão.

Deve-se evitar o super aquecimento. Embora a maioria dos plásticos possa ser trabalhada a seco, o resfriamento através de jato de ar frio ou banho em solução de 10% a 20% de óleo solúvel em água é recomendado, para altas velocidades.O efeito de resiliência dos termoplásticos e termofixos pode ser facilmente compensado pelo operador, quando pequenas tolerâncias forem especificadas.

De um modo geral, as ferramentas devem ser ajustadas com ângulo de corte zero ou levemente negativo, para garantir um bom acabamento. O tratamento térmico, embora não necessário, na maioria dos casos ajuda a aliviar as tensões criadas durante a usinagem.

O operador deve adaptar-se a estas condições. Inicialmente recomendamos que se faça uma experiência com uma peça, afim que procedam os ajustes que vão permitir um excelente trabalho em série.

PROCESSOS DE USINAGEM

A usinagem do Nylon não difere, em sua essência, da realizada com metais e suas ligas, podendo ser utilizadas máquinas-ferramentas de uso comum, permitindo todos os tipos de operações.

As ferramentas de usinagem devem possuir ângulos de corte negativos ou nulos, serem bem afiadas e fabricadas em aço rápido.

O cavaco na usinagem de Nylon é do tipo fita contínua; sua ausência é um sinal de imperfeição nas operações.

É interessante em certo casos (peças imersas, variações higrométricas importantes e de longa duração, ambiente muito úmido e variações de temperatura) e quando se refere a peças de pouca espessura, levar-se as peças à taxa de umidade que elas irão adquirir durante a sua utilização.

  • Desbaste com um sobre-material de 0,5 a 1,0 mm.
  • Umidificação controlada por imersão em água quente
  • Estocagem no meio ambiente, para uniformização de absorção de umidade, (podendo-se aguardar até duas semanas para as peças mais importantes)
  • Acabamento nas medidas finais.

TORNO

  • Velocidade de 50 a 500 m/min, segundo a natureza do trabalho.
  • Avanços: desbaste 0,5 mm/rotação acabamento 0,05 mm/rotação.
  • Profundidade de corte : 0,5 a 10 mm, segundo a natureza da operação.

Não tirar abaixo de 0,5mm para conservar um corte com bom acabamento. Deve-se notar que o cavaco saindo sob forma de tiras contínuas é indício de que as condições de corte são satisfatórias.

FURAÇÃO

Velocidades: 1000 a 3000 rpm 

Avanço: 0,3mm/rotação

Deve-se tomar precauções especiais na operação de abertura de furos para maximizar a qualidade das peças:

  • Polimento das brocas (para se evitar o aumento do atrito com o material);
  • Não utilização de brocas que já tenham sido utilizadas para furar metais (tendência de encravamento);
  • Redução, quando manual, do avanço final do furo (para se evitar excesso de rebarba);
  • Retirada freqüente (descarga) da broca do furo (para eliminar acúmulos de cavaco);
  • Escalonamento correto dos diâmetros das brocas a fim de evitar superaquecimento e tensões causando trincas no material;
  • Iniciar a furação com broca de 6mm. A seguir com broca de 10mm, em seguida 20mm 25mm; acima desta dimensão, a diferença de escalonamento não deve ser superior a 10mm.

FREZAS OU PLAINAS?

FREZAS

  • Velocidade: 350 a 1.000m/min.
  • Avanço: 1,1 a 0,5 mm p/dente.

PLAINAS

  • Velocidade: < 350 m/min;
  • Avanço: > 30 a 100 mm/min;

Pode-se utilizar combinações mais altas no desbaste inicial.

Aconselha-se a utilização de misturas refrigerantes.

Deve-se tomar o cuidado de não utilizar facas que já tenham sido utilizadas para metais. As mesmas deverão estar sempre bem afiadas.

SERRA DE FITA

É ideal para o corte de Nylon, pois sua lâmina facilita a dissipação de calor. 

Peças até 100mm de espessura : velocidade < 500m/min.

Passo dos dentes: 6 mm

Peças de espessura acima de 10mm: velocidade 200m/min

Passo dos dentes: 12mm

Os avanços são manuais e não há necessidade de utilização de óleo de corte.

SERRA CIRCULAR

Recomenda-se o uso de serras circulares providas de dentes de carbetos metálicos. 

Velocidade: 2000 a 3000rpm

Avanço: > 8m/min.

Tamanho mínimo dos dentes: 5mm

Não é necessário o uso de óleo de corte.

SERRA MECÂNICA

Deve-se dar preferência às serras de aço rápido, recomendando-se a utilização de óleos de corte. A serra deve ter boa trava, para facilitar a passagem da lâmina e evitar o aquecimento do material. N.º de dentes = 2 por cm.

PRINCIPAIS PROPRIEDADES NYLON
Peso específico (g/m³) 1,13
Absorção de umidade (%)   3,00
Alongamento a ruptura   200
Módulo de elasticidade (N/mm²) 1800
Dureza Rockwell R100
Coeficiente de atrito   0,42
Ponto de fusão (ºC) 220
Temperatura de utilização em trabalho contínuo (ºC) min. -40
  máx. 100
Rígidez dielétrica (kV/mm) 24

 

PROPRIEDADES

Norma (DIN, ASTM ou UL)

NYLON

FÍSICAS    
Peso Específico (g/cm³)   D 53479 1,13
Calor Específico (Cal/C.g)   - 0,4
Absorção de Água 24%   D 53479 1,6
Horas 3mm espessura   - -
MECÂNICAS    
Resistência à Tração (10² kgf/cm²)   D 53455 6,7
Alongamento na Ruptura (%)   D 53455 200
Módulo de Elasticidade em Tração   D 53457 2,5
Resistência à Flexão   D 53452 13,2
Módulo de Elasticidade em Flexão   D 53457 3,2
Resistência ao Impacto (kgf/cm²)   D 256 (ASTM) 5,4
Dureza Rockwell   D 785 (ASTM) R100
TÉRMICAS    
Condutividade Térmica D 52612 5,56
Expansão Térmica Linear   D 52328 7,0
Temp. de utilização em trabalho contínuo (min/max ºC)   - -40/100
Relação de inflamabilidade   UL 94 V2
ELÉTRICAS    
Rigidez Dielétrica (kV/mm)   D 53481 24
Constante dielétrica até 1 khz   D 5348 3,7
Fator de Dissipação até 1 khz   D 53483 0,02
Resistividade volumérica até 23ºC 50% RH (ohm/cm)   D 53482  
QUÍMICAS    
Resistência a ácidos fracos   D 543 Boa
Resistência a ácidos fortes   D 543 Atacado
Resistência a bases fracas   D 543 Boa
Resistência a bases fortes   D 543 Boa
Resistência a solventes orgânicos   D 543 Resiste a solventes comuns. Dissolvido por fenóis e ácido fórmico

 

NOTAS

Os nylons tornam-se quebradiços depois de prolongada a exposição à luz solar. Para maiores valores de resistência, talvez seja mais apropriado o uso de NYLON PRETO.

Os valores das propriedades físicas, mecânicas, elétricas e químicas são valores de referência, sendo os melhores valores de nosso conhecimento, estando sujeitos à variações ocasionais.

OBS:. Os dados acima são para base de referência apenas, para cada aplicação específica, são necessários testes individuais para determinação das suas efetivas características e propriedades.

USINAGEM

A usinagem dos plásticos de engenharia pode ser efetuada perfeitamente com máquinas para metais ou madeiras.

Importante: os materiais plásticos possuem condutividade térmica baixa. Na usinagem é conveniente realizar um resfriamento da ferramenta para melhorar o acabamento e evitar tensões internas que podem gerar deformações ou até o rompimento da peça.

FERRAMENTA DE CORTE

A qualidade do corte eo desprendimento do cavaco durante a usinagem são mais importantes que a natureza do metal da ferramenta, embora o metal duro seja preferível para a usinagem, um melhor acabamento superficial é obtido com uma ponta útil corte arredondada.

TOLERÂNCIAS DE USINAGEM

As variações dimensionais, por absorção de umidade e dilatação térmica dos plásticos, é superior a dos metais. Principalmente no nylon é importante que no momento da usinagem leve-se em consideração a variação dimensional, pois após o refriamento da peça as dimensões serão inferiores as requeridas.

ARMAZENAGEM

Os plásticos quando expostos a variações de temperatura, umidade a pressões podem ter variações no dimensional e formato. Os produtos em sua armazenagem devem ficar na posição horizontal, mantendo-os planos e com apoios em toda a sua extensão.

Aconselha-se também não manter pesos em apenas uma parte do produto, para evitar deformações indesejadas (empenamento).

NOTAS PARTICULARES

Furação: A ponta de corte da broca deve estar afiada para poder executar um corte regular até o final de grandes diâmetros (maiores que 20mm) se aconselha efetuar furos progressivos (diferença entre brocas não superior a 10mm) e sacar a broca para evitar o acumulo de cavacos.

Corte de serra: as serras para madeiras com dentes separados dão um melhor corte.

Rosqueamento: Deve-se utilizar somente o macho de acabamento, com muito ângulo. Para se aumentar a resistência mecânica, aconselha-se a utilização de sistemas de insertos de roscas tipo "heli-coli".

Refrigeração: os refrigerantes de corte não são indispensáveis, porém são aconselháveis, particularmente em usinagem delicada e furações.

Fixação: a fixação sobre a máquina de usinagem deve ser feita com muito cuidado afim de se evitar deformações. 

TIPO DE USINAGEM ÂNGULO, AVANÇOS, VELOCIDADE DE TRABALHO PA 6.0 POM PP/PEAD
TORNEAR Ângulo de incidência 5-10º 5-10º 10-15º
  Ângulo de saída de cavacos   5-15º 5-10º 5-10º
  Avanço (mm/rotação)   0,1-0,3 0,1-0,4 0,2-0,5
  Velocidade de corte (m/min)   >200 >300 >250
FRESAR Ângulo de incidência   10-20º 5-15º 10-20º
  Ângulo de saída de cavacos 5-15º 5-15º 5-20º
  Avanço (mm/rotação)   >0,03 >0,2 >0,05
  Velocidade de corte (m/min)   >1000 >1000 >1000
SERRAR   SERRA FITA      
  Ângulo de incidência   20-30º 20-30º 15-30º
  Ângulo de saída de cavacos   2-5º 0-5º 5-8º
  Passo (mm) 3-8 2-5 3-10
  Velocidade de corte (m/min)   >500 >1000 ~1000
  SERRA CIRCULAR      
  Velocidade de corte (m/min) ~1500 ~1500 ~
FURAR Ângulo de incidência   5-15º 5-10º 10-15º
  Ângulo de saída de cavacos 10-20º 15-30º 10-30º
  Ângulo de ponta 60-115º 60-90º 60-90º
  Avanço (mm/rotação) 0,1-0,3 0,1-0,3 0,1-0,3
  Velocidade de corte (m/mm)   50-150 50-200 100-150

 

NYLON 6.0 MO

  • Denominação Química: Poliamida 6
  • Abreviação DIN: PA 6
  • Cor, aditivos: preto, Sulfeto de molibdênio
  • Medidas em estoque: comprimento de 3m, cortes
Tarugo 4 - 300mm dia
Chapa 5 - 100mm esp.
Tubo 20 - 300mm dia ext.
Perfís -
Peças acabadas, usinadas pu injetadas  

 

É um termoplástico de engenharia de cristalinidade aumentada com aplicabilidade variada.

CARACTERÍSTICAS

  • fácil de soldar e colar
  • fácil de usinar
  • boas propriedades de deslize, dureza superficial melhorada mesmo a seco
  • duro e rígido
  • resistente a óleos, gorduras, não é isolante elétrico diesel e gasolina
  • ótima resistência ao desgaste
  • resistente às intempéries

ÁREAS DE USO PREFERENCIAIS

Construção de máquinas, de veículos, tecnologia de transporte e de movimentação de cargas, construção de embreagens e câmbios, máquinas têxteis, de papel e embalagens, impressoras, tecnologia de precisão, ferramentas eletrônicas, máquinas agrárias.

PRINCIPAIS APLICAÇÕES

  • diversas peças de máquinas
  • rolos de cabo
  • rodas dentadas
  • lâminas limpadoras
  • réguas de deslize
  • mancais de atrito
  • rodas motriz
  • rodas de correntes
  • placas de impacto
  • placas amortecedoras

Os dados abaixo são para referência de consulta apenas. Para cada aplicação específica são necessários testes individuais, para determinação das suas efetivas características e propriedades.

 
PROPRIEDADES    UNIDADE MÉT. de teste DIN ASTM SECO ÚMIDO*
MECÂNICA        
Densidade   g/cm³ 53 479 1.14  
Resistência à tensão MPa 53 455 85  
Resistência à ruptura   MPa 53 455    
Alongamento até a ruptura   % 53 455 40  
Módulo de elasticidade sob tração   MPa 53 457 3300  
Módulo de elasticidade sob flexão   MPa 53 457    
Dureza de endentação   MPa 53 456 170 85
Resistência ao impacto   kJ/m² 53 453 o.Br  
Resistência à ruptura após 1000 h com carga estática MPa      
Tensão de dilatação para 1% de alongamento depois de 1000 h   MPa   5  
Coeficiente de fricção contra aço retificado , p = 0,05 N/mm², v = 0,6 m/s       0,32 - 0,37  
Desgaste de fricção (condições iguais às anteriores)   µm/Km   0,16  
TÉRMICAS        
Temperatura de fusão de cristais °C 53 736 220  
Temperatura de transição de vidro.   °C 53 736 40 5
Temperatura de distorção por calor
Método A
Método B

°C
°C

ISO 75
ISO 75

100
195

 

Temperatura máx. de uso
curta duração
longa duração  

°C
°C

 

165
100

 
Coeficiente de condutividade térmica   W/(m . K)   0,23  
Capacidade térmica específica J/(g . K)   1,7  
Coeficiente de expansão térmica   /K   7  
ELÉTRICAS        
Constante dielétrica em  105Hz   53 483    
Fator de perda dielétrica em 105Hz   53 483    
Resistência interna específica   53 482    
Resistência na superfície   53 482    
Resitência dielétrica 1 mm   kV/mm 53 481    
Resist. Às correntes de fuga   53 480    
DADOS DIVERSOS        
Absorção de umidade saturação com clima normal (23 °C e 50 % umidade relativa do ar) % 53 714 aprox. 0.05  
Absorção de umidade: saturação na água 23 °C % 53 495    
Resistência contra água quente, solução de carbonato de sódio     resistente  
Inflamabilidade   Segundo padrão UL-94 V-0  
Resistência às intempéries       resistente

* após estocamento em clima normal 23/50 (DIN 50 014) até saturar.

DISPONIBILIZAÇÕES

  • semi-acabados, peças usinadas, injetadas e perfis em mais de 100 materiais e modificações
  • plásticos técnicos: PA extrudado ou fundido, POM, PC, PET, PBT, PPE, PP, PE
  • plásticos para altas temperaturas: PI, PEEK, PPS, PES, PPSU, PEI, PSU, PVDF, PCTFE, PTFE
  • comprimento padrão: 3 metros
  • semi-acabados prensados/sinterisados: PI, PEEK, PPS, PTFE/PI e modificações, assim como PCTFE em medidas especiais em forma de discos com diâmetros extremos, tubos e anéis com diâmetro de ca. 820 mm
  • aditivos: entre outros vidro, fibra de carbono e fibra de aramida, talco, MoS², grafite, PTFE, PE, óleo de silicone, agentes lubrificantes
  • semi-acabados pultrudados: resinas de poliéster, vinilester ou epóxi com fibras contínuas de vidro ou carbono

NOTA

Este Boletim Técnico poderá ser alterado sem aviso prévio. 

TABELA DE TOLERÂNCIA DE MEDIDAS

Ø MÁX   MÍN  
6 + 0,4 6,4 + 0,1 6,1
8 + 0,5 8,5 + 0,1 8,1
10 + 0,5 10,5 + 0,1 10,1
13 + 0,7 13,7 + 0,2 13,2
15 + 0,7 15,7 + 0,2 15,2
16 + 0,7 16,7 + 0,2 16,2
20 + 0,7 20,7 + 0,2 20,2
22 + 0,9 22,9 + 0,2 22,2
25 + 0,9 25,9 + 0,2 25,2
28 + 0,9 28,9 + 0,2 28,2
30 + 0,9 30,9 + 0,2 30,2
32 + 1,1 33,1 + 0,2 32,2
35 + 1,1 36,1 + 0,2 35,2
40 + 1,1 41,1 + 0,2 40,2
45 + 1,3 46,3 + 0,3 45,3
50 + 1,3 51,3 + 0,3 50,3
55 + 1,3 56,3 + 0,3 55,3
60 + 1,6 61,6 + 0,3 60,3
65 + 1,6 66,6 + 0,3 65,3
70 + 1,6 71,6 + 0,3 70,3
75 + 1,8 76,8 + 0,3 75,3
80 + 2,0 82,0 + 0,4 80,4
85 + 2,1 87,1 + 0,4 85,4
90 + 2,2 92,2 + 0,5 90,5
100 + 2,5 102,5 + 0,6 100,6
110 + 3,0  113,0 + 0,7 110,7
120 + 3,5 123,5 + 0,8 120,8
130 + 3,7 133,7 + 0,8 130,8
140 + 3,8 143,8 + 0,9 140,9
150 + 4,2 154,2 + 1,0 151,0
160 + 4,5 164,5 + 1,1 161,1
165 + 4,7 169,7 + 1,1 166,1
170 + 4,8 174,8 + 1,1 171,1
180 + 5,0 185,0 + 1,2 181,2
200 + 5,5 205,5 + 1,3 201,3
230 + 5,9 235,9 + 1,3 231,3
250 + 6,2 256,2 + 1,5 251,5
280 + 6,5 286,5 + 1,6 281,6
300 + 7,0 307,0 + 1,7 301,7

Todos os Dados Técnicos